domingo, 26 de setembro de 2010

VIDA DE ESTUDANTE!!!




Já fui assim…por incrível que pareça, está aqui a prova da minha vida académica( teste de Biologia, do 9º ano)

Parece que não nasceu um grande poeta, como previa a minha professora da altura, mas também não se terá perdido um académico de eleição. Provavelmente no meio terá ficado a virtude. Já gora, não sugiro a ninguém para ter estas inspirações, pois os tempos são outros e se calhar os professores também. Mais um pouco de mim, para vós.
( isto passou-se no maravilhoso ano de 1983, estava eu no 9º ano)
LEGENDA: última folha do teste, primeira folha do teste, costas do teste(apreciação da professora)

domingo, 19 de setembro de 2010

O ÚLTIMO DIA DE UM CONDENADO ( VICTOR HUGO)


O livro, é um jornal de um condenado à morte, ou seja ainda um monólogo interior, que se propunha a descrever o que ele viu durante as últimas semanas ( a partir um pouco antes do seu julgamento, isto é um pouco mais de seis semanas) antes da sua execução. O leitor não conhece nem o nome deste homem e nem tão pouco o que ele fez para ser condenado ( existe algumas vagas indicações que deixariam acreditar que ele matou um homem, mesmo se simbolicamente pode-se crer que ele se matou ele mesmo no seu único crime): a obra apresenta-se como uma testemunha bruta, agindo sobre a angústia do condenado à morte e os seus últimos pensamentos, os quotidianos sofrimentos morais e físicos que ele subiu e sobre as condições de vida dos prisioneiros, por exemplo na cena das ferraduras dos condenados. Ele exprime seus sentimentos sobre sua vida anterior e seus estados de alma...

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

ORGULHO


Por seres como és

Por teres o nome que tens

Por sorrires como sorris

Por lutares pelos teus sonhos

Por saberes o valor da palavra amigo

Por seres forte

Por seres tu

Por me teres dado a alegria de ser pai

Por ter a felicidade de te ver crescer

Por poder acreditar em ti

Por me teres dado o que ninguém mais me deu

Por dizer...é minha filha

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

FORÇAS


Observem como a frágil flor, não cede à torrente da chuva de Inverno

Observem como a árvore, resiste ao vendaval, que sobre ela se abate

Observem como o salmão, enfrenta a força das águas do rio, a caminho do mar

Observem como a formiga, se agiganta, perante as montanhas de folhas

Observem como o homem, se dá por vencido, perante as adversidades do quotidiano.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

CORRENTES


Correntes, que te cercam… limitam… e moldam

Correntes, que te estreitam o caminho idealizado

Correntes, frias, que te arrefecem o ânimo

Correntes, que te desviam da estrada

Correntes, que não quebram

Correntes, que te aprisionam às obrigações

Correntes, que te impedem da censura colectiva.


quinta-feira, 5 de agosto de 2010

ACORDAR



Acordai! Acordai!

Homens, Mulheres, Acordai!

Lavai os Olhos, para focares o olhar naqueles que não têm voz

Esfregai a língua, para que a fala seja útil

Dispam a roupa, para que a culpa seja levada com ela

Cerquem-se de água, para que a consciência saia lavada

Acordai!

Tirai o capote da ignorância e jogai-o no chão

Olhai à vossa volta e sejam capazes de não esconder com as mãos, a vergonha dos

Vossos actos.


(Dedicado a todos aqueles que futuramente serão julgados pela sua não contribuição para um mundo diferente).

quinta-feira, 29 de julho de 2010

MOMENTOS…


A gaivota reclama… gritando, gemendo, suplicando… a atenção de um novo olhar

No seu voo, vai expondo compassadamente as razões do seu falar

A brisa, percorre a pele, num saboroso despertar

Numa sensação de posse e entrega…sem vergonha…sem compromisso

A bola…cor de fogo, vai se desvanecendo, como uma sombra

Que se dilui, num afunilar de imagem, projectada, num muro quente e sem cor

A noite vai cercando o dia e este entrega-se ao prazer do mundo dos sonhos…

Há momentos assim, num simples fim de tarde de Verão….

quinta-feira, 8 de julho de 2010

O PREÇO DA VIDA


Para minha surpresa ou naõ, a inconsciência do Homem, não tem limites e mais surpreendente ainda é que na vida tudo tem um preço.

Hoje, assistimos com conformismo ao facto de alguém se autointitular"pai", a troco de uma certa quantia monetária.

O sentido da vida( o nascer), como consequência do acto de amar, deixa de fazer sentido.Assim ,não há necessidade de se assumirem responsabilidades e compromissos que gerem a palavra família.Hoje, ceifa-se à criança. o direito a ter mãe e pai, já que a troco de dinheiro é possível criar alguém, sem que esta seja tida nem achada.Incompreensível é como alguém que conheceu o lado da miséria, até porque ela subsiste na terra onde nasceu, deixa que outros valores falem mais alto.O dinheiro compra tudo e até a consciência se verga ao peso da moeda.

Exemplos destes para gerações futuras, são sem sombra de dúvida dispensáveis.

Ser filho, é ter direito a saber quem são os pais,é partilhar vidas, sentidos e emoções, não é ser bajulado de luxos, que mais tarde só poderão ser ostentados como fraqueza de carácter.

Ser PAI, é com certeza tudo aquilo que alguém nunca saberá ver nos olhos dos que chama de filhos...



AS VINHAS DA IRA




“…QUANDO UMA MAIORIA PASSA FRIO E FOME, TOMARÁ À FORÇA AQUILO QUE NECESSITA.”

“…APENAS SE TOMAVAM EM CONTA OS MEIOS DE DESTRUIR AS REVOLTAS, ENQUANTO AS CAUSAS DAS REVOLTAS SUBSISTIAM…”

*Mudam-se os tempos mas a ignorância dos homens mantém-se.*

domingo, 20 de junho de 2010

DISCOTECAS


Hoje, a malta nova (aquela, que cheia de vaidade, comprova com o BI, a sua juventude) e a malta que não deu pelo tempo a passar (a outra, que se esquece do BI), quando se desloca a um destes espaços nocturnos (hoje em dia, porque dantes era mais diurno), ouve um tipo de música bastante diferente daquela que se fazia ouvir na minha altura (anos 80 (ai que saudades)), tinha eu os meus 15 anos!!! Agora, nestes espaços, é difícil conseguir ouvir o que a nossa companhia diz (se calhar é propositado, dada a falta de imaginação latente nessas conversas), também não é fácil a aproximação ao objectivo (sexo oposto) e mais difícil ainda será porventura ficar a conhecer a pessoa que nos acompanha (isto claro está se se trata de uma das primeiras saídas a dois).
Na minha altura (somente há escassos 30 anos), estes espaços funcionavam a horas propícias para a fuga aos deveres escolares (quartas-feiras, à tarde) e então a altura mais apetecida era sempre quando começavam os SLOWS( só se ouvia as meninas e os melros, dos quais eu fazia parte” nunca mais começam os slows”).Agora sim, havia a oportunidade de pregar uma beijoca, naquela que já estava debaixo de mira e melhor ainda conseguia-se fazer dos dois, um só, pois a dança, consistia em se estar bem agarrado ou melhor, colado à menina que nos enchia as medidas.
Muitos namoros e descobertas, começaram ao som destas músicas, nas pistas de dança das discotecas “ Glassy” e “ Griffons”, do centro comercial Brasília.
Pronto JUVENTUDE (com BI), aqui está uma amostra do que vocês perderam por não terem nascido na mesma altura que eu.