segunda-feira, 22 de novembro de 2010

PALAVRAS


Pelas palavras, se constroem vidas e pelas mesmas, se matam pessoas. Esta força das palavras é exposta neste livro, que nos dá o real significado da junção de letras.

Aqui, encontrámos o significado de vidas como a de Roberto Saviano ou como a de Anna Politkovskaia( “ Chechénia.A desonra Russa”).

Ler este livro é descobrir que a força das palavras pode condenar um homem ao isolamento total mas é também descobrir que a coragem, tem rostos, tem nomes, tem testemunhos ,ao alcance de todos nós.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

ANTÓNIO FEIO



Hoje, dei por mim a chorar…de rir.
Acabei de ler (parece-me que nada mais pode ser feito, com um, Livro) o livro, que me deu a conhecer melhor quem foi António Feio, a sua dimensão de pessoa e o seu papel de homem, durante a sua jornada.
Este livro, é o que se pode chamar de delicioso, pois transmite uma perspetiva da vida, alheia à maior parte das pessoas, que vão encarando o seu dia-a-dia como algo penoso, quando deveriam celebrar esse fato, como algo mágico e irrepetível.
No fim, são as lágrimas (do riso) que nos turvam o olhar, pois ao saborear o capítulo “ MINI-MINI” DIÁRIO DO ANTÓNIO por António Feio, é impossível não celebrar o fato de estarmos vivos e assim homenagear-mos este homem, que nos deixou a sua pegada em atos e em risos, por si provocados .Eterno.

http://www.youtube.com/watch?v=NBcEdV7G9_0 (algo sobre o que escreve António Feio, nesse diário)

domingo, 10 de outubro de 2010

DEDICADO...A TI...


Essas lágrimas, que te turvam o olhar

Esse riso, que te ilumina a face

Esse ardor, que te inflama o peito

Esse grito, que te liberta

Essa falta de ar, que te adormece

Esse sonho, que te desperta

Esse amor, que te consome

Esse crescer, que procuras

É a razão do acordar e dizeres VALE A PENA…

terça-feira, 5 de outubro de 2010

CARNEIROS...SOMOS NÓS...


Porque os carneiros se deixaram conduzir… Os homens, invejaram-lhes o destino e também se deixam conduzir, por outros, que lhes destinaram o trilho, por onde se devem encaminhar. Assim, surgiram os iluminados que vão guiando os destinos de cada País, ao sabor não do vento, mas das vaidades e mordomias pessoais.
Perante este facto, os PECS, vão aparecendo, como mensagens divinas, escritas não por homens mas por verdadeiros visionários, que lavam as mãos como Pilatos, perante a sua obra, que culminou nesta visão chamada PEC.
Todos admiram a força do voto…A vontade do povo! E essa diz claramente em quem recai a condução do rebanho, que autoriza a sua tosquia sem contestação.
O povo…Muito povo, reclama das condições de vida, mas na altura de poder mudar de trilho, limita-se a dizer que todos os trilhos são iguais e que os pastores também o são. Será? Porque não surge um pastor, que veja o rebanho de outra maneira? Que queira a lâ, mas preserve o bem-estar do animal? É fácil, surgiu o partido político e toda uma série de interesses têm que ser mantidos, custe o que custar, já que a diferença estará na mudança de pastor, mas não de trilho.
Por estas e por outras é que tantos mantêm benesses intocáveis e tantos se calam, com medo de que o mundo possa mudar.
Quando os pastores forem julgados, não pela justiça, mas pelo povo que se mantenha por tosquiar, então talvez os homens tenham vergonha e não se deixem conduzir como carneiros.
Medidas de um carneiro, para que a tosquia do rebanho não resulte na falta de pasto:
- Todos os deputados, que não tiveram intervenções na Assembleia da República, que culminassem em algo de palpável (Leis, Alterações, Dec. Leis, etc..), poderiam ser dispensados de tão pesado labor, poupando-se assim bastantes euros ao erário público.
- As mordomias, que foram, atribuídas e persistem aos ex presidentes, como gasolina, carro, segurança e demais benesses, seriam extintas e assim se pouparia mais algum.
- Os carros, para as excelências que conduzem este País, poderiam ser partilhados, pois uma viatura pode transportar na perfeição quatro pessoas mais o motorista e os fatos não se enrugam com facilidade, dado o corte requintado dos mesmos.
_ As ajudas de custo e as deslocações em primeira classe, também poderiam ser mais restringidas pois a maior parte dos políticos é tão conhecida como o goleador do Arouca, e assim as low coast, funcionariam na perfeição.
- Os assessores, secretários, secretários dos secretários e demais, poderiam arranjar outros Jobs, pois o trabalho não deverá ser assim tanto, que se justifique tanto encosto à cor da moda (agora é rosa mas a laranja, também já deu frutos)
-Essas reformas faustosas, de ilustres contribuintes para a prosperidade do País, também poderiam ser reduzidas em percentagens na casa dos 20%, para dar o exemplo.
-Esses projectos bonitos, que servem vários interesses, como TGVS, poderiam aguardar melhor altura para se pagarem favores.
-Por fim, todas as dívidas ao estado seriam cobradas e não haveria perdões fiscais, esquecimentos e incobráveis.
Pronto, aqui está uma pequena amostra do que o Povo poderia exigir a quem o governa. Houvesse vergonha…

domingo, 26 de setembro de 2010

VIDA DE ESTUDANTE!!!




Já fui assim…por incrível que pareça, está aqui a prova da minha vida académica( teste de Biologia, do 9º ano)

Parece que não nasceu um grande poeta, como previa a minha professora da altura, mas também não se terá perdido um académico de eleição. Provavelmente no meio terá ficado a virtude. Já gora, não sugiro a ninguém para ter estas inspirações, pois os tempos são outros e se calhar os professores também. Mais um pouco de mim, para vós.
( isto passou-se no maravilhoso ano de 1983, estava eu no 9º ano)
LEGENDA: última folha do teste, primeira folha do teste, costas do teste(apreciação da professora)

domingo, 19 de setembro de 2010

O ÚLTIMO DIA DE UM CONDENADO ( VICTOR HUGO)


O livro, é um jornal de um condenado à morte, ou seja ainda um monólogo interior, que se propunha a descrever o que ele viu durante as últimas semanas ( a partir um pouco antes do seu julgamento, isto é um pouco mais de seis semanas) antes da sua execução. O leitor não conhece nem o nome deste homem e nem tão pouco o que ele fez para ser condenado ( existe algumas vagas indicações que deixariam acreditar que ele matou um homem, mesmo se simbolicamente pode-se crer que ele se matou ele mesmo no seu único crime): a obra apresenta-se como uma testemunha bruta, agindo sobre a angústia do condenado à morte e os seus últimos pensamentos, os quotidianos sofrimentos morais e físicos que ele subiu e sobre as condições de vida dos prisioneiros, por exemplo na cena das ferraduras dos condenados. Ele exprime seus sentimentos sobre sua vida anterior e seus estados de alma...

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

ORGULHO


Por seres como és

Por teres o nome que tens

Por sorrires como sorris

Por lutares pelos teus sonhos

Por saberes o valor da palavra amigo

Por seres forte

Por seres tu

Por me teres dado a alegria de ser pai

Por ter a felicidade de te ver crescer

Por poder acreditar em ti

Por me teres dado o que ninguém mais me deu

Por dizer...é minha filha

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

FORÇAS


Observem como a frágil flor, não cede à torrente da chuva de Inverno

Observem como a árvore, resiste ao vendaval, que sobre ela se abate

Observem como o salmão, enfrenta a força das águas do rio, a caminho do mar

Observem como a formiga, se agiganta, perante as montanhas de folhas

Observem como o homem, se dá por vencido, perante as adversidades do quotidiano.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

CORRENTES


Correntes, que te cercam… limitam… e moldam

Correntes, que te estreitam o caminho idealizado

Correntes, frias, que te arrefecem o ânimo

Correntes, que te desviam da estrada

Correntes, que não quebram

Correntes, que te aprisionam às obrigações

Correntes, que te impedem da censura colectiva.


quinta-feira, 5 de agosto de 2010

ACORDAR



Acordai! Acordai!

Homens, Mulheres, Acordai!

Lavai os Olhos, para focares o olhar naqueles que não têm voz

Esfregai a língua, para que a fala seja útil

Dispam a roupa, para que a culpa seja levada com ela

Cerquem-se de água, para que a consciência saia lavada

Acordai!

Tirai o capote da ignorância e jogai-o no chão

Olhai à vossa volta e sejam capazes de não esconder com as mãos, a vergonha dos

Vossos actos.


(Dedicado a todos aqueles que futuramente serão julgados pela sua não contribuição para um mundo diferente).